Pai e Madrasta Torturam e Matam Menina de 6 Anos. Humanos ou Bestas?

Recentemente o Brasil foi abalado pela notícia de que um menino de 9 anos foi morto pela mãe e sua companheira, em Brasilia.

Esse caso revestiu-se de características que tornaram tornar o crime ainda mais repulsivo: um ano antes de morrer, o pequeno Rhuan teve o pênis cortado pela própria mãe, que o considerava “transgênero”. O assassinato foi praticado com requintes de extrema crueldade e o menino foi degolado enquanto ainda estava vivo.

Fatos dessa natureza não são registrados apenas no Brasil, mas quando acontecem aqui, mais próximos, nos horrorizam ainda mais e infelizmente isso ocorre com certa frequência.   

Veja o que aconteceu hoje no Rio de Janeiro (RJ), conforme relata matéria do G1:

Por Henrique Coelho, G1 Rio

 

A Delegacia de Homicídios da Capital do RJ (DH) prendeu neste sábado (3) o pai e a madrasta de uma criança de 6 anos, que morreu nesta sexta-feira (2) após ter sido torturada.

A menina chegou morta ao Hospital Naval Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio. As graves lesões chamaram a atenção dos médicos, que acionaram a polícia.

Ainda no hospital, homens da UPP do Lins detiveram o pai, Rodrigo Jesus da França, de 25 anos, que confessou o crime. Ele admitiu que deixava Mel Rhayane Ribeiro de Jesus amarrada em casa.

Juliana Mayara Brito da Silva, a madrasta, negou ter batido na menina, mas foi presa em flagrante por omissão.

Mel Rhayane morava com o pai e a madrasta na comunidade da Cachoeirinha, no Lins. Vizinhos afirmam que Rodrigo chegou a atirar a filha de uma ribanceira.

Rodrigo e Juliana têm ainda dois filhos: uma de 2 anos e um bebê de 5 meses.

Horror

Peritos constataram diversas lesões no corpo de Mel Rhayane: a falta de um pedaço da orelha, lesões nas costas e úlceras no tornozelo e mãos.

Segundo a polícia, as úlceras mostram que a menina era constantemente amarrada e chicoteada. Os peritos também indicaram que as lesões são antigas. Mel Rhayane também apresentava sinais de desnutrição.

A criança foi inclusive retirada da escola para que os ferimentos não fossem notados, segundo a polícia.

À polícia, o pai explicou que mantinha Mel Rhayane presa e amarrada para corrigir um suposto comportamento sexual da menina. Ele contou que usava uma colher esquentada no fogo para agredi-la.

Ao ser questionado pelos jornalistas, Rodrigo disse que as lesões apresentadas no corpo da filha não eram de tortura.

“Ela botou a mão na minha filha de 2 anos, eu dei uma surra nela. Ela caiu no chão, não fui eu que joguei ela no chão, doutora”, disse ele antes de entrar no carro da Polícia Civil para ser levado para um presídio.

Segundo Rodrigo, o atual companheiro da mãe de Mel Rhayane, Fernanda, a estuprou. Desde então, deixava a filha escondida em casa e até a impedia de ver a meia-irmã.

A matéria no site do G1 pode ser acessada aqui.

 

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