Não sei quantos são os usuários do WhatsApp no mundo. Há dois anos já eram mais de 1 bilhão.
Não há como fugir dele. Para o bem e para o mal, ele veio para ficar. Pode ser uma arma a favor ou contra, depende de como queremos usar.
Como qualquer outro usuário tenho uma extensa agenda de contatos no aplicativo; aliás, não conheço alguém que tenha smartphone e não use o WhatsApp. E, assim como todos, sou bombardeado pelas mensagens de correntes, vídeos de escândalos sexuais e políticos, orações, cumprimentos de bomdia, boatarde, boanoite, maravilhasdomundo, felizfimdesemana, felizcomeçodesemana, frases de autoajuda, etc.
Recebo de meus contatos do WhatsApp excelentes contribuições para o Blog, e como me sinto responsável pelo que informo aos meus leitores, tenho sempre o cuidado de pesquisar.
O critério que uso é este: se não consigo comprovar a veracidade do material e sinto que ele poderá trazer prejuízo ou induzir alguém a erro, dispenso.
Mas nos últimos dias…
Não sei o que aconteceu, mas a febre de “fake news” subiu assustadoramente.
O que está acontecendo? Porque as pessoas repassam absolutamente tudo o que recebem sem ao menos ler, já que isso os impediria de dar crédito a coisas absurdas?
Podem imaginar o que acontecerá nas eleições?


