Com “Chove Lá Fora”, Carlinhos Brickmann Ataca Outra Vez


Ele, Carlinhos Brickmann

Carlinhos Brickmann. Se você não é amigo e nem o conhece, lamento.

Estava aqui pensando quando foi a última vez que o vi pessoalmente; vou dizer e esperar que ele confirme:
– décadas atrás, em São Paulo, no ano de  “milenovecentosedercygonçalves”, no restaurante Massimo, onde eu estava jantando com o Jaime Lerner e, também não tenho certeza, com o Eduardo Brogiollo. Nessa ocasião o Carlinhos, um gourmand de hábitos refinados, veio à nossa mesa.

Detalhe: nós ambos, que como exemplos de magros continuamos não servindo,  carregávamos algumas arrobas além das que hoje transportamos.

De lá para cá, eventuais telefonemas e a pseudo-proximidade do WhatsApp, essa ferramenta diabólica que aproxima os distantes e afasta os próximos. Como se diz, não é o que merecemos, mas é o que temos.

Na troca diária de mensagens, além de piadas e vídeos que não mereceriam a chancela do Grão-Rabinato de Israel, há o intercâmbio de preciosidades garimpadas no YouTube. Na maioria das vezes ele me manda esmeraldas legítimas e eu devolvo turmalinas de Fernão Dias.

A de hoje é a prova cabal disso.

Quem poderia imaginar que os fabulosos The Platters, ainda há poucos dias reproduzidos aqui, teriam gravado Chove Lá Fora, do grande Tito Madi?

Só o “Gordo” Carlinhos Brickmann.

 

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