A pergunta pode parecer ingênua, considerando que estamos tratando de gente que realmente não tem esse tipo de preocupação, mas não pode deixar de ser feita.
Assistindo os lances mais recentes da confusão gerada na tentativa de nomear a deputada para o Ministério, me ocorreu indagar se ela imagina o clima de trabalho que encontrará “na repartição” se chegar a assumir.
Dá para imaginar ela circulando nos corredores e participando de reuniões com os demais diretores e funcionários de carreira?
A pergunta que fica, portanto, é a seguinte:
– essa mulher não tem um mínimo de amor próprio e de vergonha na cara?


