O Eduardo nunca casou, ou melhor, esteve casado por algum tempo, com uma senhora cujos filhos já eram grandes.
Mesmo não tendo sido pai, tinha muita facilidade com as crianças, por ser muito brincalhão. E no quesito “filhos dos outros” tinhas lances geniais.
Uma coisa que aprendi com ele e que funcionava muito bem era relacionada ao consumo de refrigerantes nos restaurantes por parte das crianças.
Ele dizia que logo que o garçom trazia o refrigerante devíamos encher os copos completamente, porque servindo pouco as crianças ficavam ansiosas achando que iria acabar. Com os copos cheios, bebiam menos.
O fato foi lembrado pelo Jacob Angelo Maitelli, outro grande amigo daquela época.


