O Que Está Acontecendo Com a Suécia, o Paraíso do Nosso Imaginário?

Estive apenas uma vez na Suécia, mas isso foi há tanto tempo e em circunstâncias tão peculiares que posso dizer que não conheço muita coisa.

Explico: eu tinha apenas 23 anos incompletos e a visão estreita do mundo própria da pouca idade.

Tinha do país a boa imagem proporcionada pela lembrança da Copa do Mundo de 1958, que ouvi em rádio de pilhas no colégio interno, apenas.

Tive pouco contato com as pessoas, pois era uma viagem rápida, para passar o tempo até poder resolver assuntos pessoais em outro país. 

Antes de visitar a capital estive em Malmo, cidade que fica mais perto de Copenhague, na Dinamarca. Depois, já em Estocolmo, fiz alguns passeios e guardo de lá as lembranças que todos os turistas certamente tinham à época: cidade limpa, organizada – e fria, mesmo no outono.

Nos últimos anos recebo da Suécia as informações disponíveis na mídia e que indicam, de forma geral, mudanças significativas no modo de viver da população, ocasionadas pela dificuldade de as autoridades lidarem com o contingente de imigrantes chegado ao país nos últimos tempos.

É difícil comentar o que acontece na Suécia e em outros países europeus sem fazer juízo de valor. Acredito firmemente que ser Muçulmano não é sinônimo de ser terrorista, mas ao mesmo tempo vejo que muitas nações europeias estão sucumbindo à parcela fundamentalista infiltrada nas comunidades de origem árabe. Os governos desses países demonstram não saber como agir com a situação e em diversos deles parece que a luz de alerta já se acendeu há muito tempo.

Leia o que diz matéria publicada hoje pelo Gatestone Institute:

Suécia Fugindo do Controle

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