
Um dos episódios mais constrangedores envolvendo a prisão do ex-presidente Lula foi protagonizado pela senadora Gleisi Hoffmann.
Em entrevista à Al-Jazeera, a rede de TV sediada no Catar, Gleisi disse ao mundo árabe que Lula é um preso político condenado sem provas num processo ilegal conduzido por juízes parciais.
Ao mesmo tempo Gleisi acusou a Globo de mover uma campanha mentirosa contra Lula, dizendo que as acusações são falsas, que Lula sempre foi amigo dos árabes e dos palestinos e que a política externa brasileira é determinada pelo Departamento de Estado dos EUA.
Gleisi esqueceu de dizer que Lula deu dinheiro para o Hamas, grupo que até mesmo países árabes consideram terrorista, e também não lembrou das relações de amizade que mantinha com Kadafi, o ditador líbio de quem se diz te-lo ajudado com US$ 1 milhão para a campanha presidencial.
Claro que na tentativa de vitimizar Lula junto ao público árabe, Gleisi preferiu ignorar que ele recebeu com afagos o tirano iraniano Ahmadinejad, assim como carrega a vergonha de ter concedido comenda ao genocida Bashar Al-Assad.
Esta é a senadora pelo Paraná.

