Escrevi há poucos dias sobre o médico do interior do Ceará que abusava das pacientes.
Hoje, ao ouvir que foi pedida a prisão dele, lembrei do outro patife, o pseudo-vidente de Goiás que já está preso.
Me ocorreu que além de cometer os crimes protegidos pelo mesmo uniforme branco, os dois canalhas têm mais uma coisa em comum: aproveitavam-se das mulheres, muitas delas jovens, em momentos de fragilidade das vítimas.
Um foi formado para curar doenças do corpo; outro, dizia ser preparado para curar males do espírito.
Talvez seja apenas um detalhe, uma coincidência no modus operandi de duas bestas.
Pode ser.
De certo, mesmo, é que as vítimas deles jamais esquecerão o que aconteceu.
Espero, assim, que ambos também tenham o mesmo fim: já que não há prisão perpétua no Brasil, que suas penas os façam sofrer pelo maior tempo possível.
É o que me resta desejar.


